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pixações na basiléia [projeto em progresso] introdução
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onde
começou |
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o
que é pixação vem de piche, um material preto usado na construção. as primeiras pixações foram pintadas nos anos de 1950 e 1960, ainda com uma referência explicidamente política. nos anos 1980, o fenómeno perdeu o aspeto político e está referindo-se até hoje nas escrituras de nomes de pixadores ou de groupos pixadores (para uma definição mais completa: chastanet, françois chastanet, françois (2007) pixações. são paulo signature, p. 237) existem
quatro differenças básicas entre pixações paulistanas e grafites
americanos: 1.
forma: as formas das pixações são muito variadas. cada pixador
tenta de desenvolver um próprio estilo. mesmo assim, pixações têm
umas características claras que vêm das escritas góticas, etruscas
e das runas. além disso, as escritas são determinadas pelo uso do
alcance total do corpo humano e não só do alcance da mão. 2.
cor: as pixações normalmente estão escritas sómente numa cor, o
preto sendo a cor original (do piche). a cor é aplicada ou com um
rolo ou com spray, o rolo sendo a técnica original. 3.
locais: a intenção dos pixadores é de consequir colocar as pixações
nos lugares mais impossiveis e perigosos, por exemplo no último andar
de um predio alto ou numa ponte. 4.
proliferação: têm pixações em todo lugar! neste projeto , o foco não é sobre as pixações paulistanas mas sim, sobre as pixações na basiléia. uma ôtima introdução ao fénomeno paulistano oferece “pixações: são paulo signature” de françois chastanet. para obter uma impressão visual, fotos serão encontradas em flickr ou google images. ums dos predileitos albuns meus são: |
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pixações na basiléia imaginem
minha surpresa quando recentemente, "descobri" algumas pixações
no porto de são joão no rio reno, na minha cidade, basiléia, na suíça!
como é bem visível, as pixações da basiléia têm as mesmas
características como as pixações de são paulo. |
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desde
da minha "descoberta", começei a procurar mais exemplos de
pixações e decidi de documentar esse fenómeno em meu site. em uma
das minhas "caças" de pixações, "peguei" um dos
pixadores - evis - em plena ação. ele me confirmou que a sua escrita
está inspirada nas pixações paulistanas, que ele conhece sómente
da internet e do livro acima mencionado. |
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sendo
só um amador sem nenhum conhecimento profundado sobre o movimento da
pixação, nem em são paulo, nem na basiléia, prefiro de limitar os
meus comentários. naturalmente seria muito interessante de aprender
mais sobre este tema - entre em contato comigo se tiver qualquer
informação. por enquanto, fico curioso de ver se as pixações na
basiléia vão se extender, assim como, grafites americanos, e se as
escritas vão ser adaptadas ao ambiente local. para
quem desconhece totalmente a situação de grafite na basiléia,
gostaria de mencionar que o tipo mais frequente são as rúbricas, que
podem ser encontradas em quase todo lugar da cidade. em comparação
com as pixações paulistanas, as rúbricas na basiléia estão
pintadas sómente em lugares facilmente atengidos. (foto tirada na
homburgerstrasse) |
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| tem bastante grafites no estilo americano, os mais impressionantes sendo aqueles nos muros ao lado dos trilhos dos trêms saindo da cidade. a versão completa do maior muro pode ser visto em welcome to basel. | |
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além disso, há ums
poucos grafites feitos com moldes (foto tirarda no sommercasino). |
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basiléia, agosto 2008
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